Postagens

1° LUGAR – POESIA ESTUDANTIL – ESPECIAL OURO BRANCO – COLÉGIO ARQUIDIOCESANO DE OURO BRANCO – VI Concurso Literário "Cidade de Ouro Branco"

  Beleza ourobranquense   Clara das Graças Silva França Oh, Ouro Branco,   Cidade de Minas Gerais   Tua beleza me encanta   Ao ver a serra, encontro paz.   Na Matriz de Santo Antônio,   O padre celebra a missa.   A beleza daquela igreja   Encanta todos os turistas.   Pela serra verde e comprida,   Consigo ver a natureza   Que com sua variedade   Me encanta tanta beleza.   Caminhando pelo centro,   Vejo a Praça Santa Cruz.   Lá encontro os mais antigos povos   Desta cidade de luz.   Oh, Ouro Branco,   A terra do ouro e da batata   Que com grande variedade   Sua beleza se destaca.   Cidade pequena, mas bonita.   Nas terras das Minas Gerais,   Um tesouro a desvendar.   Quem conhece Ouro Branco,   Nunca mais quer largar.

2° LUGAR – POESIA ESTUDANTIL – ESPECIAL OURO BRANCO - COLÉGIO ARQUIDIOCESANO DE OURO BRANCO – VI Concurso Literário "Cidade de Ouro Branco"

  Prelúdio Catrumano de Ouro Branco Leonardo Araújo Ferreira Canções de ruas   Dão a fazer corpos espalhados No chão.   Pessoas estranhas,   Um cigarro de palha   Quebrando as suspeitas   Abrindo as porteiras   Deste velho lugar.   Já é madrugada   Sonhos movidos pelas marcas da lei   Cantos às léguas   Por velhas itatiaias.   Bicas embiras de estranhas terras   Terras de índios escravos   Que lutam   Pelos arcos de matas.   A ponte dos rios   Que cruzam vales,   Terras de ruínas   Desta estrada real.  Há muros de pedras E um velho artesão Há flores pelas ruas Que escutam a canção.   Violas e flautas Em acorde final Conte-me dos rios Conte-me dos vales Desta estrada real.

3° LUGAR – POESIA ESTUDANTIL – ESPECIAL OURO BRANCO - COLÉGIO ARQUIDIOCESANO DE OURO BRANCO – VI Concurso Literário "Cidade de Ouro Branco"

Ouro Branco – Minha cidade  Izabella da Silva Meireles A mais bela que já vi  A serra é incomparável  Lá há  As mais variadas espécies.   Povo belo   Ouro claro   Antiga cidade das uvas.   Além disso   Cidade tranquila   Excelente para morar   Quem vem quer ficar.   No Ciclo da Batata, surgiu o festival   Rainhas e princesas   São atração principal   Comida típicas e show sensacional.   Ouro Branco, lugar de desenvolvimento   Ouro Branco, lugar de sossego   Ouro Branco, lugar de sonhos   Ouro Branco, lugar de muito amor.

1° LUGAR – POESIA ESTUDANTIL – COLÉGIO ARQUIDIOCESANO DE OURO BRANCO – VI Concurso Literário "Cidade de Ouro Branco"

Como era bom... como é hoje Heitor Nóbrega Silva dos Santos Como era bom ver as nuvens como algodão doce Seres fantasiosos...   Como era bom ver a lua como um queijo gigante e redondo Cheio de buraquinhos...   Como era bom imaginar que no final do arco-íris havia um tesouro, um pote de ouro...   Como é hoje?   Dizer que as nuvens são somente partículas de água  mesmo não parecendo.   Como é hoje?   Mencionar que a lua é somente material rochoso mesmo não parecendo.   Como é hoje?   Saber que o arco-íris não tem fim   E nem mesmo um tesouro.

2° LUGAR – POESIA ESTUDANTIL – COLÉGIO ARQUIDIOCESANO DE OURO BRANCO – VI Concurso Literário "Cidade de Ouro Branco"

  Lá... Maria Clara Gonçalves Vieira Disseste-me há tão pouco tempo Onde poderia me encontrar Estava em dó, ré, mi, fá, sol... Só não estava lá Onde lá seria? Se em dó me sentia vazia E em sol, cheia de euforia Onde lá está? Se o ré é tão sem graça Que só o mi para motivar O mi era lá? Mi me deixava louca para viajar Era preciso para me acalmar E tão fácil de decifrar E o fá? Fá fazia hora com minha cara Me deixava cheia de raiva Com certeza não era lá Sí é tão difícil de alcançar Me desgasto só de pensar Mas ainda sei onde ele está Talvez o lá não esteja em uma melodia E sim em um caminho que se trilha Para eu mesma me encontrar O que vou ser Onde vou estar E o que vou me tornar.

3° LUGAR – POESIA ESTUDANTIL – COLÉGIO ARQUIDIOCESANO DE OURO BRANCO – VI Concurso Literário "Cidade de Ouro Branco"

 Minha infância Davi Henrique P. Faria Quando eu era criança, ia para a escola Cada dia uma aventura, um aprendizado  Estudava, brincava, corria e jogava bola  Tudo era alegre e animado.  Nos fins de semana, a diversão era garantida Ia à casa de meus avós e brincava com meus primos e amigos Como era boa a vida   A alegria nunca faltava.   Na rua movimentada onde morava   Era difícil a diversão   Brincando em casa eu ficava   E assistia a desenhos na televisão.   A infância é um tempo que não volta mais   Mas, ainda assim, nos acompanha pela vida   As lembranças, as brincadeiras, os desafios eram demais A infância é parte da nossa história colorida.   Guardo para sempre em meu coração   Aquela infância terna e inocente   Com uma família que me amava pra valer   Onde pude ser tão feliz, livre e contente.

1° LUGAR – PROSA ESTUDANTIL – CONTO – ESPECIAL OURO BRANCO – COLÉGIO ARQUIDIOCESANO DE OURO BRANCO – VI Concurso Literário "Cidade de Ouro Branco"

  A mãe do Ouro Vitor Vecchi Ferreira Ribeiro Geralmente contada de forma de causo, essa é uma lenda que se relaciona com a serra da nossa cidade e, de certa forma, na maioria das vezes, é apresentada por pessoas que vivem há mais tempo em Ouro Branco.   Enfim, vamos ao que interessa. A mãe do ouro é popularmente conhecida por ser considerada uma protetora da natureza. Sobre sua aparência, ela não é bem definida. Podemos usar como exemplo, o fato de que, para algumas pessoas, ela (a mãe do ouro) tem formato de uma grande bola de fogo.   Assim, de acordo com os relatos de moradores, a tal luz vaga por aí, principalmente na serra da nossa cidade, protegendo a natureza de criminosos, garimpeiros, fazendeiros, caçadores ilegais e todo tipo de perigo eminente e, tudo isso acontece durante a noite. E é por isso que, até hoje, ninguém, nem sequer uma autoridade, conseguiu chegar até a misteriosa mulher.